domingo, 13 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Pesquisa confirma que maioria dos jovens são religiosos
Os jovens de 18 a 29 anos são mais religiosos do que se pensa. Essa é a conclusão de um estudo da Fundação Bertelsmann, com sede na Alemanha, realizado entre moças e rapazes de todo o mundo. Segundo a pesquisa, para quatro de cada cinco pessoas dessa faixa etária a religião é parte fundamental de sua vida. 85% dos entrevistados se declaram religiosos e 44% "profundamente" religiosos. Apenas 13% afirma não ter qualquer relação com o Sagrado. A proporção de jovens que se reconhecem particularmente religiosos e que rezam regularmente ou inclusive todos os dias é maior nos países islâmicos ou em desenvolvimento. Nigéria e Guatemala encabeçam a lista de lugares com maior número de jovens com profundos sentimentos religiosos, já que a porcentagem de pessoas que rezam todos os dias se situa em 90%. Em Índia, Marrocos e Turquia a proporção é de 1/3 da população dessa faixa etária. Nos países industrializados, a porcentagem de jovens que reza todos os dias oscila entre 9 e 10%, como é o caso da França, e 7% na Áustria. A Rússia foi classificada com a menor porcentagem. Apenas 1% dos jovens afirmam que a religiosidade é parte importante de sua vida. Fonte: Rádio Vaticano |
sábado, 5 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
O Diabo, Jesus, o músico e o pastor.
Tenho alguns amigos que são pastores e também músicos. Um deles, após uma reunião de organização de um grande evento interdenominacional, referindo-se à falta de unidade e de cooperação, comentou entristecido: “não sei qual dessas ‘tribos’ é mais difícil de conviver: se a dos pastores ou a dos músicos! |
Pessoalmente entendo o comentário, pois também faço parte de ambas as tribos. Ao mesmo tempo, me pergunto: o que torna essa afirmativa uma verdade? O que tais “tribos” têm em comum, que ratificam tal observação? Talvez porque, principalmente, pastores e músicos sejam tentados da mesma forma que Jesus foi, e quando estes não conseguem resistir, tornam-se pessoas difíceis. Mas, quais as tentações que Jesus sofreu e que podem proporcionar esse tipo de comportamento e comparação? |
O Diabo, como um ser milenar, sabe exatamente como fazer para nos instigar, atrair, e confundir. É algo tão sutil que nem todos conseguem identificar como certas propostas convidativas e aparentemente espetaculares são, na realidade, diabólicas e provocam completo engano - além de fazerem um tremendo mal à igreja. Ora, se ele foi capaz de tentar o próprio Jesus, imagine o que ele não gostaria de fazer conosco!
Muitas vezes, as nossas tarefas ministeriais nos propiciam situações semelhantes às de Jesus em Mateus 4, em que, embora não percebamos, estamos frente a frente com o inimigo: normalmente em lugares altos, como por exemplo palcos e púlpitos, sendo sutilmente estimulados por ele à vaidade e à busca por poder, por meio de desafios lícitos, aparentemente necessários, respaldados na Palavra e expressos pelos nossos simples atos de fazer e ordenar. E pelo desejo de ter, o que pode muitas vezes representar uma atitude de obediência e conseqüente adoração ao tentador.
Infelizmente nem todos percebemos que por trás do aparente poder e da fama pode haver atitudes de quem se prostra e, mesmo de forma inconsciente, coloca o controle nas mãos do inimigo. Apesar de desejarmos ser como o Mestre Jesus, nem sempre conseguimos identificar que tais situações muitas vezes são provas a que o mesmo Espírito que o levou ao deserto está nos submetendo hoje. Pecamos na busca por reconhecimento e afirmação pessoal, quando a cobiça nos atrai e nos seduz. Os desejos de agir, controlar e possuir certamente são muito perigosos à vida tanto do pastor quanto do músico, e é exatamente por meio deles que se pode constatar a queda na mesma tentação feita a Jesus.
A história tem comprovado que o resultado dessa busca por poder e fama, de forma consciente ou não, tem gerado o desenvolvimento e a manutenção de práticas, que mesmo aparentemente inexpressivas, evidenciam o quanto a mesma tentação feita a Jesus não só está latente, mas, em muitos casos, atendida por parte das duas tribos: a dos “músicos” e a dos “pastores”. ‘Fazer’, ‘ordenar’, e ‘ter’ são verbos que não só traduzem as ações e o sentimento sugeridos pelo diabo na direção de desviar a atenção de Jesus e promover a sua queda, mas que servem de balizadores para os nossos dias, nos permitindo um autoexame, uma reflexão pessoal e sincera com relação às nossas atitudes no exercício daquilo que entendemos e muitas vezes chamamos de “nosso ministério”.
Muitas vezes, as nossas tarefas ministeriais nos propiciam situações semelhantes às de Jesus em Mateus 4, em que, embora não percebamos, estamos frente a frente com o inimigo: normalmente em lugares altos, como por exemplo palcos e púlpitos, sendo sutilmente estimulados por ele à vaidade e à busca por poder, por meio de desafios lícitos, aparentemente necessários, respaldados na Palavra e expressos pelos nossos simples atos de fazer e ordenar. E pelo desejo de ter, o que pode muitas vezes representar uma atitude de obediência e conseqüente adoração ao tentador.
Infelizmente nem todos percebemos que por trás do aparente poder e da fama pode haver atitudes de quem se prostra e, mesmo de forma inconsciente, coloca o controle nas mãos do inimigo. Apesar de desejarmos ser como o Mestre Jesus, nem sempre conseguimos identificar que tais situações muitas vezes são provas a que o mesmo Espírito que o levou ao deserto está nos submetendo hoje. Pecamos na busca por reconhecimento e afirmação pessoal, quando a cobiça nos atrai e nos seduz. Os desejos de agir, controlar e possuir certamente são muito perigosos à vida tanto do pastor quanto do músico, e é exatamente por meio deles que se pode constatar a queda na mesma tentação feita a Jesus.
A história tem comprovado que o resultado dessa busca por poder e fama, de forma consciente ou não, tem gerado o desenvolvimento e a manutenção de práticas, que mesmo aparentemente inexpressivas, evidenciam o quanto a mesma tentação feita a Jesus não só está latente, mas, em muitos casos, atendida por parte das duas tribos: a dos “músicos” e a dos “pastores”. ‘Fazer’, ‘ordenar’, e ‘ter’ são verbos que não só traduzem as ações e o sentimento sugeridos pelo diabo na direção de desviar a atenção de Jesus e promover a sua queda, mas que servem de balizadores para os nossos dias, nos permitindo um autoexame, uma reflexão pessoal e sincera com relação às nossas atitudes no exercício daquilo que entendemos e muitas vezes chamamos de “nosso ministério”.
quarta-feira, 2 de março de 2011
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